quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015



O Instituto eficiente

Faltando uns três dias para o domingo do pleito, alguém teve a brilhante ideia de forjar uma pesquisa, com Raimundão ultrapassando Carlos. O Instituto Infodata, nome fictício, é claro, fez a pesquisa mostrando um resultado que, transformados os percentuais em números absolutos, dava a vitória à nossa coligação por uma diferença de cerca de mil e quinhentos votos. O boletim foi impresso aqui mesmo e derramado de madrugada nas principais esquinas da cidade. A situação agiu rápido, peticionou e o Juiz Eleitoral, Acelino Jácome, concedeu uma liminar determinando a apreensão dos folhetos. A polícia federal foi acionada e vasculhou nossos três comitês, mas não encontrou um mísero exemplar. Fui notificado por e-mail e fiz a defesa, negando a autoria da criminosa iniciativa, atribuindo-a a eleitores avulsos e desconhecidos. E ficou tudo por isso mesmo. O mais curioso é que o Infodata acertou quase exatamente o resultado final do pleito. Uma ironia do destino.











O Instituto eficiente

Faltando uns três dias para o domingo do pleito, alguém teve a brilhante ideia de forjar uma pesquisa, com Raimundão ultrapassando Carlos. O Instituto Infodata, nome fictício, é claro, fez a pesquisa mostrando um resultado que, transformados os percentuais em números absolutos, dava a vitória à nossa coligação por uma diferença de cerca de mil e quinhentos votos. O boletim foi impresso aqui mesmo e derramado de madrugada nas principais esquinas da cidade. A situação agiu rápido, peticionou e o Juiz Eleitoral, Acelino Jácome, concedeu uma liminar determinando a apreensão dos folhetos. A polícia federal foi acionada e vasculhou nossos três comitês, mas não encontrou um mísero exemplar. Fui notificado por e-mail e fiz a defesa, negando a autoria da criminosa iniciativa, atribuindo-a a eleitores avulsos e desconhecidos. E ficou tudo por isso mesmo. O mais curioso é que o Infodata acertou quase exatamente o resultado final do pleito. Uma ironia do destino.












 
O Instituto eficiente

Faltando uns três dias para o domingo do pleito, alguém teve a brilhante ideia de forjar uma pesquisa, com Raimundão ultrapassando Carlos. O Instituto Infodata, nome fictício, é claro, fez a pesquisa mostrando um resultado que, transformados os percentuais em números absolutos, dava a vitória à nossa coligação por uma diferença de cerca de mil e quinhentos votos. O boletim foi impresso aqui mesmo e derramado de madrugada nas principais esquinas da cidade. A situação agiu rápido, peticionou e o Juiz Eleitoral, Acelino Jácome, concedeu uma liminar determinando a apreensão dos folhetos. A polícia federal foi acionada e vasculhou nossos três comitês, mas não encontrou um mísero exemplar. Fui notificado por e-mail e fiz a defesa, negando a autoria da criminosa iniciativa, atribuindo-a a eleitores avulsos e desconhecidos. E ficou tudo por isso mesmo. O mais curioso é que o Infodata acertou quase exatamente o resultado final do pleito. Uma ironia do destino.




Nova entidade de defesa do direito dos consumidores

O consumidores juazeirenses e caririenses têm agora uma nova entidade para lutar pelos seus direitos. Trata-se da ADECON CARIRI, uma associação sem fins lucrativos, mantida fundamentalmente por seus associados e colaboradores. Atua em temas que beneficiam a sociedade como um todo, analisando a adequação de produtos e serviços, movendo ações judiciais coletivas e individuais visando o cumprimento do código de defesa do consumidor.

Nossa equipe multidisciplinar é composta por profissionais altamente qualificados e especializados na defesa do consumidor.

A Entidade foi criada pela iniciativa de um grupo de pessoas, cansadas de se submeterem aos desmandos de empresas, bancos, administradoras de cartões de crédito, factorings, crédito imobiliário, financeiras e do comércio em geral, resolveram tomar atitudes de defesa com base na Legislação Brasileira.

Mantida com a colaboração de seus associados e doações da sociedade em geral, a ADECON CARIRI ajuda os cidadãos a fazer valer seu poder de compra e a conhecer seus direitos.

 FORMA DE ATUAÇÃO:
A ADECON CARIRI presta Serviço de Assessoria e Consultoria, especificamente na área relacionada ao DIREITO DO CONSUMIDOR, sendo que o atendimento somente será feito pessoalmente em nossa Sede ( Rua São Benedito 963, 1º andar - Bairro Franciscanos, Juazeiro do Norte).
Caso o interessado, ao procurar pelos serviços prestados pela ADECON CARIRI optar somente pela (CONSULTORIA), o atendimento é GRATUITO.
Caso, haja a necessidade e interesse em Intervenção Judicial, o mesmo deverá se “Associar” à Entidade, em conformidade ao disposto no Artigo 5º, inciso XXI, da Constituição Federal do Brasil.

 SERVIÇOS:
Orientação Jurídica: Quaisquer que sejam as dúvidas referentes a questões de consumo, o associado poderá buscar esclarecimentos junto à equipe jurídica da ADECON CARIRI, tanto pessoalmente, quanto por telefone, por e-mail e através do link exclusivo do associado. Com orientação, o consumidor/associado estará conhecendo melhor os seus direitos, bem como as medidas a serem tomadas para a prevenção e solução de problemas.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Missa de despedida de Padre Venturelli

Ontem foi celebrada missa de despedida padre salesiano José Venturelli, tendo como local a Capela do Bom Jesus do Horto. Segundo nossa colaboradora Pautilia Ferraz, “ele chegou ao Brasil em 1978. Inicia  seus trabalhos  em Juazeiro no ano de 2000, desenvolvendo atividade pastoral no Horto, onde a Ordem Salesiana mantém o Casarão Padre Cícero o qual  foi transformado em  museu.  Com afinco, chamado por muitos de Xerife, por causa da austeridade usada para restaurar a disciplina do local, não mediu esforços em inúmeras  idas a Brasilia para conseguir apoio a vários projetos desenvolvidos no Horto. Organizou a Colina do Horto urbanizando e reflorestando a área bem como agilizando a construção do antigo sonho do Padre Cicero: a construção da Igreja de Bom Jesus do Horto. Deixa o projeto em andamento, mas com a certeza de um trabalho bem planejado e agora assume esse trabalho uma comissão da qual o mesmo continuará a fazer parte.

 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Faleceu Zé Tavares Noca


Faleceu durante a madrugada deste dia 11.02, a grande figura humana que foi José Tavares Noca, juazeirense emérito, nascido em Porteiras. O sepultamento será amanhã, às 9 horas no Cemitério do socorro.

Sabíamos de seu precário estado de saúde há muitos meses, mas fomos surpreendidos com este infausto acontecimento. Antes de se estabelecer profissionalmente em Juazeiro, Zé Tavares trabalhou em Barbalha na farmácia de seu Antônio Cândido, mas recebeu o convite de seu Antônio Fidelis para trabalhar em sua farmácia em Juazeiro do Norte com condições melhores. Resolveu então ficar em Juazeiro. Trabalhou um bom tempo com ele, mas recebeu uma proposta de seu Antônio Cândido para comprar sua farmácia. Como não tinha capital recorreu aos seus compadres, José Andrade de Figueiredo e dona Dora Figueiredo e propôs fazer uma sociedade, eles aceitaram e em 1964 foi inaugurada a Farmácia Oriental, na Rua Santa Luzia, 415, onde além do atendimento em balcão fazia curativos e  aplicava injeção em domicílio.

Depois que saiu do ramo farmacêutico foi proprietário da Churrascaria Casa de Noca um dos mais importantes locais de gastronomia de Juazeiro do Norte, local bastante frequentado nos anos 60/70.
Ele também foi seresteiro e se apresentou muitas vezes no programa de auditório apresentado no extinto CRP-Centro Regional de Publicidade.

Novos sinais melhoram o trânsito

Quando a prefeitura faz coisa errada a gente tem de criticar. Mas quando faz a coisa certa a gente tem de elogiar. Por isso, parabenizamos o Demutran pela instalação dos novos sinais que estão contribuindo sensivelmente para a melhoria do trânsito nesta cidade. Outros sinais estão agendados para instalação em breve e, assim, pouco a pouco a prefeitura dá a sua contribuição para mudar o caótico trânsito de Juazeiro do Norte.  Aproveitamos o ensejo para fazer algumas considerações pertinentes. Uma atenção especial deveria ser dada à Praça do Giradouro localizada no Triângulo Crajubar, pois ali o tráfego de veículos é um estado de calamidade pública de tão caótico que é, especialmente ao meio-dia e final da tarde. O Demutran também precisa ficar atento no sentido de coibir a atitude irresponsável de muitos motoqueiros que desrespeitam os sinais, avançado a luz vermelha enquanto os automóveis param em obediência. Os caras são todos cheios de moral e avançam o sinal como se estivessem isentos da obediência. Esse abuso precisa ser coibido com mão de ferro pelo Demutran. É o que a população espera.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Jubileu de ouro de Irmã Aparecida

Realizou-se ontem a solenidade festiva do Jubileu de ouro de Profissão Monástica de Irmã Maria Aparecida Menezes do Couto, abadessa do Mosteiro de Nossa Senhora da Vitória, de Juazeiro do Norte. O evento constou da concelebração de uma missa na capela do Mosteiro a qual foi presidida por Dom Emanuel d' Able do Amaral, Arquibade do Mosteiro de São Bento da Bahia,  seguida de um coquetel para os convidados.
Abaixo alguns flagrantes fotográficos do evento:






















quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Centenário de Dió




Neste 2 de fevereiro de 2015, se vivo fosse, o Sr. Deoclécio Ribeiro de Menezes, mais conhecido como Dió, estaria festejando o seu centenário de nascimento. Para lembrar o evento seus filhos mandarão celebrar no próximo domingo, 1º de fevereiro, uma Missa em Ação de Graças na Igreja de São Miguel, às 10h30min.  

Quem foi
Deoclecio Ribeiro de Menezes, filho de  José Porfirio Ribeiro e Maria Bezerra  de Menezes, nasceu em 02/02/1915  no sitio Pau seco em Juazeiro do Norte, onde viveu até sua adolescência.  Mais tarde toda família veio morar na cidade. Com muita disposição para o trabalho e pensando já em sua independência financeira ,iniciou sua vida profissional como sapateiro, trabalhando na sapataria de Raimundo Siqueira. Em 1952 casou-se com a juazeirense Anunciada Marques com quem teve oito filhos, sendo cinco mulheres. Como no ramo de sapataria não estava ganhando o suficiente para o sustento da família numerosa, resolveu investir noutra profissão e escolheu a que estava em franca expansão na época, que é era a de vendedor ambulante de joias. Recebeu todo apoio do seu cunhado, Zeca Marques, já estabelecido no ramo da ourivesaria, e começou a fazer viagens. Inicialmente nas cidades da redondeza e depois, à medida que os negócios melhoravam, passou a visitar também cidades de outros estados, especialmente os da Região Norte do Brasil.  Na década de 70, já detentor de um bom capital, resolveu se estabelecer no ramo de comércio de cereais, abrindo o Armazém Tapajós localizado na Rua São Paulo, onde ficou até se aposentar. A formação humana e educacional, pautada da ética, honestidade e respeito para com o próximo foi a maior herança deixada para seus filhos que hoje, todos com formação universitária, festejam seu centenário.

Um caso real contado por Dió
Dió era devoto do Padre Cícero, cuja vida conhecia muito bem através de leitura de livros. Ele contou ao Editor do Portal de Juazeiro um fato interessante envolvendo o Padre Cícero o qual reproduzimos abaixo:

Em 1973 ele precisou ir a  Santarém, no Pará, para vender um carro (uma Rural Willys). O negócio não foi feito e ele teve de voltar, trazendo o carro, viajando pela  Transamazônica, àquela época uma péssima rodovia. Quando estava entre  as cidades de Altamira e Marabá, o carro bateu numa pedra no meio da estrada, causando um grande rombo no tanque de gasolina. Só depois de uma longa espera passou um motorista que se propôs a ajudar. Mas quando viu do que se tratava o defeito partiu para a gozação, dizendo:
   - Vê-se logo que você é marinheiro de primeira viagem, pois com material do próprio carro você pode consertar o furo, e foi tirando uma borracha localizada na frente da Rural, com a qual tapou o buraco do tanque de gasolina. Terminado o conserto, ele notou que a placa do carro era de Juazeiro do Norte, e ironizou:
   -  Estou vendo que você é da terra do Padre Cícero, que vocês dizem que é santo. Então, por que ele não fez um milagre para evitar que você ficasse no prego?
   Foi aí que Dió, num feliz momento de inspiração, arrematou:
   - Mas, meu amigo, você quer milagre maior do que este! Foi Padre Cícero quem mandou você me socorrer!
Encabulado, o cara foi embora apressado sem esperar agradecimento.

Memória fotográfica


Dió em companhia dos filhos: Diógenes, Denise, Darci, Décio, Diana, Dilma e Darlene

Casal Dió-Anunciada



CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE 
DIOCLECIO RIBEIRO DE MENEZES

Era 1915.
O poeta profeticamente rimava:

“Setembro passou com
Outubro e Novembro
Já estamos em Dezembro
Meu Deus, que é de nós,
Assim fala o pobre
Do seco Nordeste
Com medo da peste
Da fome feroz

A treze do mês
Ele fez experiência
Perdeu sua crença
Nas pedras de sal,
Mas noutra esperança
Com gosto se agarra
Pensando na barra
Do alegre Natal

Rompeu-se o Natal
Porém barra não veio
O sol bem vermelho
Nasceu muito além
Na copa da mata
Buzina a cigarra
Ninguém vê a barra
Pois barra não tem

Sem chuva na terra
Descamba Janeiro,
Depois fevereiro
E o mesmo verão
Então o nortista
Pensando consigo
Diz: "isso é castigo
não chove mais não". (Triste Partida -Patativa do Assaré)

Numa das maiores secas do Nordeste, mais tarde retratada na obra imorredoura de Raquel de Queiroz, O QUINZE, no sítio Pau Seco, situado à margem esquerda do Rio Salgadinho, nascia o quarto filho de Porfírio Ribeiro de Matos e de Maria Bezerra de Menezes (D. Maroca), sendo seus avós paternos Antônio Félix Ribeiro e Maria Félix Ribeiro. E seus avós maternos, Joaquim Micena Bezerra e Ana Bezerra de Menezes.

Naquele dia, os devotos do Pe. Cícero e de Nossa Senhora das Dores, em louvores, cantavam:

Ó que caminho tão longo,
Tão cheio de pedra e areia.
Valei meu padim Ciço
E a mãe de Deus das Candeias.

E os primeiros povoadores e romeiros rogavam:

Rogai por nós ó Maria,
Auxílio dos pecadores.
Pedi a Deus nos dê chuvas,
Mãe de Deus por vossas dores.

O rebento abençoado pela Mãe de Deus das Candeias e pelo Padim Ciço, nascido no correr de uma das maiores intempéries que se abateu sobre o Nordeste brasileiro, se revelou, no decorrer de sua existência, verdadeiramente, na feliz expressão de Euclides da Cunha, em os Sertões, UM FORTE.

Saindo Sitio Pau Seco, começa desarnar-se nas primeiras letras e a aprender a profissão de sapateiro, a qual exerceu com brilho, sendo considerado um dos melhores soladores do Cariri.

Deixando a arte de sapateiro, onde juntamente a seus irmãos Senhorzinho, José Porfírio e seu cunhado Vicente eram considerados MESTRES, abraça a vida de comerciante ambulante, levando para fora do Estado a arte de ourivesaria dos artífices da Terra do Padre Cícero.

Cessadas as viagens, estabelece-se comercialmente na rua São Paulo, com o ramo de balas e bombons, buscando tornar menos amarga a vida dos seus conterrâneos. Em tudo, um homem íntegro.

Filho extremado, que o digam os seus cuidados com D. Maroca, por certo, restou frustrado por, logo cedo, ter sido furtado pela providência divina da presença do seu genitor, o Professor Porfírio Ribeiro.

Irmão acolhedor, solícito, pronto a ajudar fosse com uma palavra amiga, de conforto, de orientação e carinho, fosse com uma ajuda material, às vezes, acima até de suas posses.

Marido amoroso, eterno amante de sua querida Anunciada,  por quem era amado e, por que não dizer, venerado. Hoje, por certo, juntos, na Glória, desfrutam da eternidade de Deus, um ao lado do outro. 

Pai dedicado, atento, educador pelo exemplo, severo, mas justo, buscando sempre dar não só a sensação, mas a certeza de que no esteio da família havia UM FORTE. Um eterno orgulhoso de sua família, cujas virtudes dos filhos exaltava de um a um, uma a uma.

Avô preocupado, carinhoso, amigo, participativo, sem, contudo, deixar de estabelecer as regras que entendia necessárias, isto, sem a preocupação de desagradar os pais dos netos.

Genro e Cunhado merecedor de todos os encômios de seus sogros e cunhados, haja vista que, até nos momentos em que divergia o fazia de forma respeitosa.

Tio mui querido.  Os sobrinhos a eles se referiam de forma respeitosa e carinhosa, havendo entre alguns, e são muitos, e não me perguntem quem são, pois eu não digo, uma disputa sadia e ciumenta, na busca de saber quem era o sobrinho mais querido de Tio Dió.

Hoje é só saudade. E eu, Raimundo meu fi, sou só lágrimas.
A ele nosso preito de carinho, admiração, GRATIDÃO e eternas saudades.
Os Siqueira Ribeiro
02/02/1915 – 02/02/2015.


Governo libera recursos para Juazeiro

Os convênios do município de JUAZEIRO DO NORTE/CE que receberam seu último repasse no período de 19/01/2015 a 27/01/2015 estão relacionados abaixo:

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Número Convênio: 670740
Objeto: INFRAESTRUTURA PRODUCAO UH MCMV EQUIP COMUNIT 1 PCA JOAO CA BRAL 01 PCA TIRADENTES P SAUDE CRECHES ESCOLAS MELHORIA UH
Órgão Superior: MINISTERIO DAS CIDADES
Convenente: MUNICIPIO DE JUAZEIRO DO NORTE
Valor Total: R$ 1.750.000,00
Data da Última Liberação: 22/01/2015
Valor da Última Liberação: R$ 7.657,98

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Número Convênio: 678866
Objeto: RECONSTRUÇÃO E REABILITAÇÃO DO CENÁRIO DE DESASTRE EM ÁREAS ATINGIDAS PELAS FORTES CHUVAS OCORRIDAS NO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO DO NORTE/CE
Órgão Superior: MINISTERIO DA INTEGRACAO NACIONAL
Convenente: MUNICIPIO DE JUAZEIRO DO NORTE
Valor Total: R$ 9.425.124,36
Data da Última Liberação: 23/01/2015
Valor da Última Liberação: R$ 1.486.218,54

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Consulte periodicamente o Portal da Transparência (www.portaldatransparencia.gov.br) para acompanhar outros repasses de recursos federais a seu município.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Juazeiro vai sediar Festival Educacional de Trânsito promovido pela Polícia Rodoviária Federal


O município de Juazeiro do Norte foi escolhido e se tornará o primeiro do estado a sediar o Festival Educacional de Trânsito que é uma iniciativa da Polícia Rodoviária Federal (PRF) com o apoio logístico da prefeitura. Na manhã desta quarta-feira (28), a inspetora da PRF, Taís Aguiar, coordenou encontro no auditório da SEMASP (Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos) com representantes de diversos órgãos municipais que estarão engajados no projeto.

Além da própria SEMASP, estão as Secretarias de Educação, Segurança Pública e outras como parceiras do evento previsto para o período de agosto a novembro deste ano. Segundo Taís, o Festival Educacional de Trânsito, nesta primeira etapa, será realizado em uma escola a ser indicada pela Prefeitura de Juazeiro, envolvendo, também, toda a comunidade da área em que a unidade de ensino estiver localizada. As disciplinas vão dar destaque ao tema trânsito e assuntos correlatos como drogas e exploração sexual.

Serão palestras, trabalhos manuais, redações e atividades artísticas, incluindo teatro, dança e música. Ainda de acordo com a representante da PRF, além do aspecto educacional, o Festival de Trânsito tem a finalidade de aproximar a própria Polícia Rodoviária Federal e seus parceiros municipais com a comunidade. Como explicou, a PRF está dando o pontapé inicial e a expectativa é abrir caminho para novas iniciativas que busquem um convívio harmônico entre todos os segmentos sociais envolvidos no projeto.

A inspetora Taís Aguiar comandou a reunião ao lado do vice-prefeito e secretário executivo da Semasp, Luiz Ivan Bezerra. Participaram ainda do encontro o Secretário de Segurança Pública, Coronel Herdez Miranda; o Diretor do Demutran, José Leonardo Silva; os agentes da Polícia Rodoviária Federal, Cícero Pereira e Cicéia Morais, além de representante da Secretaria de Educação e outros convidados. (ASCOM/PMJN)

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Atleta filho de juazeirense ganha medalha de prata no Campeonato Europeu de Jiu Jitsu

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O policial civil Carlos Alexandre Freire Marques conquistou neste sábado (24), na cidade de Lisboa, Portugal, a medalha de prata na categoria pena, faixa preta, no Campeonato Europeu de Jiu Jitsu 2015. Alexandre é atualmente instrutor da Acadepol, onde ministra aulas de Jiu Jitsu e defesa pessoal para policiais civis. O campeonato teve 3500 inscritos de países da Europa, Ásia, América do Norte e do Sul. 
Carlos Alexandre é filho do engenheiro juazeirense Carlos Alberto Almeida Marques. 

Escritor paraibano lança livro sobre o Nordeste


Não é de hoje que o professor pombalense José Romero Araújo Cardoso presenteia os amantes da boa literatura com obras de grande relevância para os estudos nordestinos.
Ao longo da carreira já são mais de doze livros publicados e um incontável número de plaquetes (publicações com menos de 50 páginas).
Adaptando-se aos novos tempos, acaba de sair do “forno” o segundo e-book de autoria do historiador, intitulado "Notas para a História do Nordeste".
A obra foi organizada pela professora Marinalva Freire da Silva, da Universidade Estadual da Paraíba, e conta trinta e três textos, alguns ainda inéditos, como o "Josué de Castro e a Ousadia de Denunciar um Tema Ainda Proibido".
"É um texto que causa reflexão pelas disparidades sociais ainda hoje. A fome ainda é um assunto delicado de se tocar e Josué de Castro ainda é a maior referência sobre este assunto", diz Romero.
Assuntos como a origem do comércio do Nordeste (A Civilização do Couro) e as tradições nordestinas (O Heroísmo das Parteiras Tradicionais) também estão presentes no trabalho que reúne escritos produzidos pelo autor há mais de dez anos.
Sem data ainda para lançamento, "Notas Para a História do Nordeste" pode ser adquirido diretamente com o escritor pelos seus telefones: (84) 9702-3596 e 8738-0646 ao custo de R$ 10,00 (dez reais).



APRESENTANDO NOTAS SOBRE A HISTÓRIA DO NORDESTE  DE  JOSÉ  ROMERO  CARDOSO

Francisco Alves Cardoso
 
Ao escrever e lançar a mais encantadora toada intitulada “Asa Branca”, em 1947, a dupla Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga já alertava as autoridades brasileiras para as catástrofes da seca no Nordeste, e num grito desafiador do mais fundo do peito pedia socorro ao Supremo Criador de todas as coisas: “Quando oiei a terra ardendo, qual fogueira de São João, eu preguntei, ai, a Deus do céu, porque tamanha O  jovem e renomado escritor paraibano José Romero Araújo Cardoso no seu novo livro “Notas para a História do Nordeste” , busca com força, na sua intocável destreza mental colocar em ação grandes figuras do mundo sábio, corajoso e defensor do nosso sofrido torrão nordestino, provando a luta de cada um para tornar esse quase país, em igualdade de condições às demais regiões brasileiras muito bafejadas pelo governo central, numa demonstração do desprezo para com os estados nordestinos que contam com cinquenta e três milhões, oitenta e um mil e Esboçando uma força gigante do peito revoltado, Romero grita contra “o drama da fome, feridas abertas que os poderosos insistem em não curar”.
Em termos de cultura, o Nordeste é rico nos seus mais diversos tipos, mesmo esmagada, algumas, pelo fogo aterrorizante dos capatazes do poder, mesmo assim continua viva para o desenvolvimento da Pátria. A cultura religioso-desenvolvimentista, patrocinada pelo Padre Cícero Romão Batista e seus romeiros, do Juazeiro do Norte cresce a cada instante, porque é obra pura, cristalina que transforma aquela terra forte com o crescimento do seu movimento artístico. Nem mesmo a força dos canhões do governo Franco Rabelo, à época, fez os ciceristas se renderem. Continuaram unidos e fortes na defesa dos seus A cultura viva transmitida por Luiz Gonzaga, defendendo o território nordestino, sua fauna, sua flora, nosso povo e nossa arte imbatível continua em expansão no Brasil inteiro, superando os arrojos de regiões outras que teimam em não aceitar a nossa força sempre vitoriosa.
As secas continuam, e agora a gravidade é muito maior. Os alimentos são possíveis, mas a água parece que não tem remédio. O governo federal continua a  propaganda enganosa da Transposição do Rio São Francisco. Mas tudo isso não passa de uma farsa pregada somente às vésperas das eleições presidenciais de quatro em quatro anos, desprezando a inteligência e a capacidade de entender que José Romero enaltece um dos mais brilhantes movimentos culturais nordestinos, na atualidade, o cordel que está tomando conta das salas de aula, dos terreiros das fazendas, das promoções juninas. E juntamente a essa legenda cultural, a poesia, que neste ano de 2014 realiza através de um grande festival, o III CONPOZAGÃO – Concurso de Poesia em Homenagem a Luiz Gonzaga e seus seguidores, promovido pelo Parque Cultural “O Rei do Baião”, na Comunidade São Francisco, município de São João do Rio do Peixe-Paraíba. O I CONPOZAGÃO foi publicado no livro “Gonzagão: O Centenário em Poesia”.
Louvo, neste livro de Romero a coragem e a profundidade estudiosa de buscar ensinamentos de obras sobre a democracia racial de Gilberto Freire, a dramaticidade da violência do cangaceirismo, sob a égide de Lampião. E detalhes sobre o brutal assassinato do Padre Aristides, pela Coluna Prestes, em Piancó-Nas visitas que fiz recentemente a cidade de  Quixeramobim, estado do  Ceará fiquei entusiasmado com a  movimentação daquele povo em favor da eternização do nome de Antônio Conselheiro, na sua terra natal. É o reconhecimento da sua gente ao heroísmo do Conselheiro. O sentido amoroso de cultura entre os quixeramobienses crescem a cada dia pela lembrança do filho mais ilustre. Louvo as campanhas promovidas pelo produtor cultural Fernando Ivo, Presidente do Fã Clube Romero já está colocado entre os maiores e melhores escritores do Brasil, e com o lançamento de “Notas para a História do Nordeste” imortaliza o grau cultural que nossa região proclama e o Brasil exalta.
Tem razão o escritor Clemildo Brunet quando afirma ser “Romero Cardoso - uma inteligência rara”, e Marinalva Freire que eleva o grau cultural do nosso escritor. Não se pode falar da obra de Romero sem lembrar fervorosamente a capa do livro, pelo espírito de criatividade juntando monstros sagrados como Luiz Gonzaga e Padre Cícero, retirantes saindo das várzeas secas buscando o solo fértil, vaqueiro na corrida pelo boi, as árvores do mundo novo e o castigo das mortas pela falta de chuvas nesse Nordeste tão esquecido pelo poder dos homens e sempre exaltado por líderes inesquecíveis como: Raimundo Asfora, Delmiro Gouveia, José Américo de Almeida, Vint-un Rosado, Josué de Castro e Ariano Suassuna.
Junto a Romero as palavras de um dos maiores paraibanos, Senador Argemiro de Figueiredo sobre a seca: “A seca destrói tudo, as lavouras, os rebanhos, o patrimônio, a tranquilidade, o bem estar, a esperança e até a própria dignidade A respeito da consciência da nossa região, Argemiro fala com propriedade: “O Nordeste tem nesta hora uma consciência formada: a consciência de que é um pedaço do Brasil. A consciência de que é uma parcela da Nação. A consciência de que merece viver dignamente, sem fome e sem miséria”.
É assim, José, temos que ser fortes, corajosos, dinâmicos, livres, prontos para todas as batalhas, criativos como o “Caldeirão Político”, que homenageia os heróis nordestinos com o Troféu “Vencedor de Todas as Lutas”.
Temos que seguir ensinamentos seus, reconhecendo o valor da civilização do couro, o heroísmo das parteiras tradicionais, como a querida “Mãe Fulô”, a luta dos almocreves, o aboio dos vaqueiros. Temos de vencedores de todas as lutas, para fazer os nossos irmãos nordestinoslivres e independentes.

Francisco Alves Cardoso, Advogado, escritor, jornalista e cronista social. Membro da União Brasileira de Escritores-PB